Olíbano

Uso: Meditação, espiritualidade e riqueza espiritual.
Conhecido também como “frankincense” ou “incenso verdadeiro”, o Olíbano é tido por muitos como o “incenso original”, uma vez que foi a primeira resina a ser utilizada pela humanidade para a produção de incensos e defumações.
O Olíbano está presente na história de diversas civilizações, sempre relacionado a rituais sagrados de espiritualidade e meditação. Sua resina é obtida a partir de algumas plantas do gênero Boswelia, existentes tanto na África quanto na Ásia.
Já na época dos hebreus, o Olíbano, junto ao ouro e à mirra, foi um dos presentes dos três Reis Magos oferecidos ao menino Jesus. Mas não eram apenas os judeus que o consideravam sagrado. Imperadores romanos também o utilizavam em uma série de rituais e cerimônias, como Nero, que o teria usado em rituais de queima por um ano seguido, após o funeral de sua esposa, Poppaea. Indianos, persas, árabes, chineses e outros povos também fizeram e ainda fazem uso da erva, conhecida por sua fragrância suave e balsâmica, com toques cítricos e de cânfora e um odor que permanece no ar por bastante tempo.

Palo Santo

Uso: Espitritualidade, xamanismo e purificação.
O “Palo Santo”, nome de origem espanhola, poderia ser traduzido como “pau santo” ou “madeira santa”. Usado por curandeiros, místicos e xamãs em diversos países latino-americanos e também por culturas indígenas da América do Norte, o Palo Santo possui um aroma adocicado e suave, ideal para rituais de purificação e repleto de energias milenares presentes na vida e cotidiano de povos das florestas.
Comparável a uma versão americana da canela, o palo santo foi adotado ao longo dos tempos pelas “novas” religiões que foram chegando às Américas. Nativa dos Andes e presente em civilizações pré-colombianas desde o Peru até o México, acredita-se que o Palo Santo age sobre a memória humana, invocando lembranças poderosas e recobrando energias ancestrais há muito perdidas.

Patchouli

Uso: Paixão e purificação.
O aroma do Patchouli unido ao incenso natural de breuzinho (breu-branco) traz a força da sensualidade, sedução e paixão. Esta planta é usada pelos nativos em rituais de quebra de feitiços, para aumentar a clarividência, trazer alegria e jovialidade. Patchouli é conhecido como a erva da paixão e da jovialidade, então podemos dizer que este é o incenso do rejuvenescimento!

Pitanga

Uso: Paixão e vitalidade.
Uma das frutas que aparecem como símbolo do brasilianismo, o aroma de Pitanga unido ao incenso de Breuzinho (breu-branco), proporciona um ambiente repleto de energias afrodisíacas, desperta em nós o amor, a criatividade, aumenta o valor pessoal, o entusiasmo e a energia física.
Na língua Tupi-guarani, Pitanga quer dizer “vermelho-rubro”. É uma fruta originariamente brasileira e sua cor simboliza a Mãe Terra. Os antigos a conheciam como “o grande calmante do sangue”.

Rosas

Uso: Intimidade e amor.
Poucas fragrâncias são tão conhecidas e disseminadas na humanidade como as rosas. Utilizadas em muitos produtos e até mesmo na alimentação, as rosas abrandam emoções como a tristeza, ansiedade e tensões. A Rosa é símbolo do conhecimento, seu aroma traz uma delicada energia de conforto e amor ao ambiente. Aproveite os bons momentos na companhia deste incenso de Rosas unido às propriedades terapêuticas do Breuzinho (breu-branco)

Priprioca

Uso: Leveza e enraizamento.
É um capim medicinal e aromático da Amazônia, o Incenso de Priprioca é uma das exclusividades da Inca. O aroma de Priprioca unido ao incenso natural Breuzinho traz a força da terra, do ancoramento de nós mesmos no aqui e agora. Suas raízes aromáticas são utilizadas intensamente na formulação de renomados perfumes franceses e também na alta culinária Brasileira, quando cortadas, exalam um delicioso perfume fresco, amadeirado, picante e ao mesmo tempo doce.